Tínhamos um dia para aproveitar, muito o que descobrir, registrar e muita “perna pra bater”! Lá não circulam carros, motos ou outros meios de transporte, se não, os barcos… Talvez por isso ficamos tão encantados por Veneza!

Passeamos de gôndola e nos sentimos como os donos da cidade! Desbravando-a encontramos – em um buteco de esquina cheio de senhorzinhos nativos – a melhor pizza que já comemos na vida! E durante a nossa visita caminhamos a pé, de mãos dadas, desejando que o tempo não passasse pra que pudéssemos curtir um pouquinho mais cada ruela!

Veneza é música clássica, é poema, uma pintura à mão, é a arte em forma de cidade!
Como se o tempo para ela não tivesse passado, como se tivesse ficado alí como um livro em que foi aberto depois de muito tempo,
um livro cheio de detalhes que recorda história pura e escreve tantos outros romances a cada vez que alguém decide ir visitá-la!

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